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31 Jul 2019

| diretora: Edite Estrela

EDIÇÃO DIGITAL DIÁRIA DO ÓRGÃO OFICIAL INFORMATIVO DO PARTIDO SOCIALISTA

Economia
Crescimento do PIB permite prosseguir convergência com a UE
AUTOR

Rui Solano de Almeida

DATA

04.09.2018

FOTOGRAFIA

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Crescimento do PIB permite prosseguir convergência com a UE

A economia portuguesa cresceu, no segundo trimestre de 2018, 2,3% por comparação com o período homólogo e 0,5% face ao trimestre anterior.

 

Segundo o Ministério da Finanças, estes dados confirmam que o PIB português foi neste período “ligeiramente superior” ao europeu e da zona euro, cerca de 2,2% em termos homólogos, cenário que permite a Portugal “continuar a tendência de convergência com a União Europeia”.

Investimento, exportações e emprego são, segundo o INE, os setores que estão a impulsionar o crescimento da economia, numa altura e num contexto, como também assinala o Ministério das Finanças, “de maior equilíbrio das contas externas e de gestão criteriosa das contas públicas”.

Ministério das Finanças e Instituto Nacional de Estatística coincidem ainda no facto de os dados da economia mostrarem que se manteve uma “forte dinâmica na criação de emprego”, que aumentou de 2,1% de emprego total e de 2,9% de emprego remunerado, corrigidos da sazonalidade, e na redução do desemprego, onde se registou uma queda de 2,1 pontos percentuais e menos 110 mil desempregados.

A par dos bons resultados com a criação de emprego, há ainda a assinalar, segundo o INE e o gabinete do Ministério das Finanças, os bons resultados apresentados pelo investimento, com especial destaque para o aumento do investimento em máquinas e equipamentos em cerca de 10,2%, mas também com o crescimento das exportações de bens e serviços que acelerou 6,8%.

Este é o décimo sétimo trimestre consecutivo de crescimento da economia portuguesa, assinala o Ministério das Finanças, um crescimento, como refere, que se desenvolve “num quadro de maior equilíbrio macroeconómico interno e externo e de consolidação fiscal”, sendo este o cenário, como é salientado, que “melhor garante a resiliência da economia nacional face às exigências macroeconómicas e de provisão sustentável de serviços públicos”.

Capa Edição Papel
 
EDIÇÃO Nº1414
Agosto 2019