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22 Jul 2019

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António Costa anunciou amortização de 1700 milhões ao FMI
Compromissos cumpridos e melhor défice em 42 anos de democracia explicam irritação da oposição
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Partido Socialista

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20.02.2017

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Compromissos cumpridos e melhor défice em 42 anos de democracia explicam irritação da oposição

O Secretário-geral do PS e primeiro-ministro, António Costa, anunciou este sábado, em Espinho, que Portugal amortizou mais 1700 milhões de euros ao Fundo Monetário Internacional (FMI), o que permite ao país baixar a sua dívida em mais um ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB).

 

De acordo com o líder socialista, são estes bons resultados do país e a capacidade do Governo do PS em cumprir com os seus compromissos que estão na origem da “irritação” que os partidos da oposição de direita não conseguem esconder.

“Acho que por duas razões: primeiro porque nada têm a dizer aos portugueses e a Portugal e, em segundo lugar, porque lhes custa ouvir as verdades sobre como o país e os portugueses hoje estão melhor do que estavam há um ano atrás”, sublinhou.

“Eles não gostam de ouvir, mas vão mesmo ter de ficar irritados e ouvir”, afirmou António Costa, acrescentando: “Aquilo que os irrita mesmo muito é que apesar de termos reposto vencimentos, pensões, aumentado as prestações sociais, reduzido a carga fiscal, a verdade é que chegámos ao fim de 2016 com o melhor défice orçamental em 42 anos de democracia e que nunca ninguém tinha conseguido alcançar”.

António Costa anunciou depois que, acentuando o desgosto de quem se tem dedicado a profetizar e a torcer por maus resultados do país, Portugal deu mais uma prova da capacidade de cumprir os seus compromissos financeiros. “Se já estavam irritados com a descida do desemprego, com o crescimento da economia, se já estavam irritados com o facto de termos o melhor défice de sempre, pois ainda ficarão mais irritados porque hoje posso dizer que na semana passada demos um passo muito importante, porque pagámos mais 1700 milhões de euros da nossa dívida ao FMI e a nossa dívida é hoje um ponto percentual do PIB mais baixo que o que era há uma semana atrás”, revelou.

São estes bons resultados, acrescentou ainda o líder do Governo socialista, que explicam também o ataque que PSD e CDS têm dirigido ao ministro das Finanças, Mário Centeno.

“Eles digam o que disserem, mas o que eles não gostam mesmo no ministro da Finanças é porque é o ministro que fez o menor défice e que está a pagar a dívida que eles aumentaram”, destacou. “Essa é a verdade que dói” aos partidos da oposição, reforçou.

 

Afirmar Espinho como referência nacional e internacional

Na qualidade de Secretário-geral socialista, António Costa participou na apresentação do candidato do PS à Câmara Municipal de Espinho, Nuno Lacerda, que afirmou a necessidade de criar uma nova identidade para o concelho, que quer tornar competitivo a nível nacional e internacional.

“Temos de ganhar e competir internacionalmente. Esse é um desafio que eu trago para Espinho”, sublinhou o candidato, destacando a proposta de fazer renascer o concelho, “capaz de cuidar das pessoas, do território e preparar o futuro”.

Doutorado em Arquitetura pela Universidade do Porto, Nuno Lacerda é professor nesta instituição e coordena o Centro de Inovação em Arquitetura e Modos de Habitar.

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EDIÇÃO Nº1413
Maio 2019