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15 Nov 2018

| diretora: Edite Estrela

EDIÇÃO DIGITAL DIÁRIA DO ÓRGÃO OFICIAL INFORMATIVO DO PARTIDO SOCIALISTA

Carlos César em entrevista
PS, BE, PCP e PEV têm demonstrado uma “grande coesão”
AUTOR

Catarina Correia

DATA

16.02.2017

FOTOGRAFIA

Jorge Ferreira

PS, BE, PCP e PEV têm demonstrado uma “grande coesão”

Em entrevista ao jornal “Público” e à “Rádio Renascença”, o líder parlamentar do PS defendeu que existe estabilidade política entre os partidos de esquerda que apoiam o Governo e alertou que os bons resultados do país se devem à política económica adotada pelo Executivo.

 

“Em cerca de 1200 diplomas aprovados na Assembleia, só em 10% dessas situações é que PS, BE, PCP e PEV não votaram juntos. É o número suficiente de vezes para mostrarmos que somos diferentes e é o número suficiente de vezes para mostrarmos que temos uma grande coesão”, revelou.

Carlos César defendeu que é muito importante perceber que “o PS é diferente do BE e do PCP”. “São três partidos diferentes” que encontraram “num projeto que tem três pilares (o programa do Governo a que se associa o Plano Nacional de Reformas, os acordos bilaterais e o diálogo permanente) a base da estabilidade política”, garantiu.

O também presidente do Partido Socialista lembrou que, desde que o atual Governo tomou posse, “ainda não teve nenhuma crise da dimensão que teve o anterior, que até tinha uma coligação maioritária”.

 

Centeno é “um dos vencedores da política portuguesa”

Já sobre a atuação do ministro das Finanças, Carlos César defendeu que “Mário Centeno é um dos vencedores da política portuguesa”, uma vez que, “ao longo deste ano, fez uma maratona de que saiu vencedor”. E enumerou os resultados: “Temos um défice não superior a 2,1% do PIB; um crescimento económico que também está fundamentado no crescimento do investimento; as exportações a subir; o emprego a aumentar”.

Segundo Carlos César, os partidos da oposição insistem em criticar o ministro das Finanças porque “não têm mais para dizer”. “Têm de existir casos, têm de existir lateralidades, porque, no essencial, o PSD e o CDS são derrotados na mesma proporção dos sucessos do país”, criticou.

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EDIÇÃO Nº1411
Maio 2018