1046

17 Set 2019

| diretora: Edite Estrela

EDIÇÃO DIGITAL DIÁRIA DO ÓRGÃO OFICIAL INFORMATIVO DO PARTIDO SOCIALISTA

Debate quinzenal
A oposição falhou e o Governo não, para benefício dos portugueses
AUTOR

Partido Socialista

DATA

08.06.2017

FOTOGRAFIA

Jorge Ferreira

A oposição falhou e o Governo não, para benefício dos portugueses

O líder parlamentar do PS fez hoje, durante o debate quinzenal no Parlamento sobre políticas de educação, com a presença do primeiro-ministro, um ataque cerrado aos partidos da oposição, que acusou de ter feito “tábua rasa do passado e vaticinar as piores consequências” quando, na verdade, os resultados do país são um sucesso.

 

“O PSD levou quatro anos a desinvestir na educação, levou quatro anos a gastar a paciência e a desvalorizar o empenhamento de educadores, das famílias, dos alunos, levou quatro anos a aconselhar os professores para emigrarem e não gastou dois minutos para discutir a educação e a qualificação dos portugueses” no debate de hoje, lamentou.

Carlos César afirmou que “a oposição queria sempre encontrar nestes debates televisionados uma oportunidade para mencionar ou insinuar um dado ou uma informação estatística, económica ou financeira que se assemelhasse a um insucesso”. No entanto, “já não querem falar disso”, porque “a economia afinal cresceu, porque o desemprego afinal baixou, porque o rendimento das famílias afinal aumentou e porque a gestão das contas públicas é afinal um sucesso”, sublinhou o presidente do PS.

“Depois de gorada a iniciativa de dizer que o que de bom acontece ou pode acontecer se deve ora ao anterior Governo ora a uma providência desconhecida, agora meteram a viola no saco”, ironizou.

O líder da bancada socialista lembrou as mais recentes previsões da OCDE, que “reviu em forte alta o crescimento económico para Portugal, reviu em forte alta o investimento, que melhora sete vezes mais do que a sua anterior previsão, as exportações que atingirão recordes, prevê em 2017 e 2018 que o desemprego ficará abaixo dos dois dígitos, que a continuação da melhoria das contas públicas se fará e que a diminuição da dívida pública ocorrerá nesses dois anos”.

“Embora o nosso país ainda tenha uma altíssima taxa de pobreza, atingimos a taxa mais baixa dos últimos cinco anos, o maior crescimento do rendimento disponível das famílias dos últimos oito anos e meio. É por isso que a oposição já não quer saber de economia, do emprego, dos rendimentos e das contas públicas. Não faltam pois motivos de esperança para Portugal”, asseverou.

AUTOR

Partido Socialista

DATA

08.06.2017

Capa Edição Papel
 
EDIÇÃO Nº1414
Agosto 2019