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nº 703

16 Fev 2018

diretora | Edite Estrela

Ciência
Centro de Investigação internacional vai nascer nos Açores
AUTOR

Rui Solano de Almeida

DATA

11.04.2017

FOTOGRAFIA

DR

Centro de Investigação internacional vai nascer nos Açores

A ilha Terceira vai receber nos próximos dias 20 e 21 de abril, trinta delegações internacionais que vão dar o primeiro passo para a formalização do Centro de Investigação Internacional dos Açores, o “AIR Center”, anunciou o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor.

 

Trata-se, segundo o governante, de uma reunião “singular no contexto internacional”, que contará com mais de 200 participantes já confirmados, e onde se estabelecerá um “diálogo entre governos” nas áreas da indústria e da ciência, para a formalização, até ao final do corrente ano de 2017, do “AIR Center”, num programa que integra uma agenda virada, como salientou Manuel Heitor aos jornalistas, para o “espaço, para as questões da energia, para os oceanos e para o clima”. Na opinião do governante, o que é novo nesta agenda é a “forma integradora” como se vão abordar os vários temas.

Segundo Manuel Heitor, esta reunião internacional, que vai juntar governos, indústria e ciência, terá certamente um efeito que vai ajudar e muito a melhor posicionar Portugal e a Região Autónoma dos Açores no contexto daquilo que é hoje o debate sobre as estratégias que emergem na área da ciência e tecnologia, sobretudo, como realçou o ministro, para fazer “face aos desafios das mudanças climáticas”.

Também o presidente do Governo Regional dos Açores, Vasco Cordeiro, manifestou a sua satisfação pela realização desta reunião, afirmando que ela vai permitir ao arquipélago, por um lado, “reforçar a sua importância” no contexto nacional, e, por outro, contribuir “para projetar o país”.

Vasco Coerdeiro lembrou ainda que todo esta iniciativa, que levará à construção do Centro de Investigação Internacional dos Açores, na ilha Terceira, “não existe, nem tem como único e final objetivo” apenas a questão relativa ao conhecimento científico, mas também, como salientou, ao “potencial que ele encerra como elemento de criação de riqueza e emprego qualificado”.

Entre os muitos participantes que são aguardados neste encontro, destaque para as instituições governamentais da Europa, Brasil, África do Sul, Nigéria, Índia e Estados Unidos da América, bem assim como grandes empresas da França, Alemanha, Noruega, Espanha, Portugal, Brasil e norte americanas.

 

AUTOR

Rui Solano de Almeida

DATA

11.04.2017