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23 Jul 2019

| diretora: Edite Estrela

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Debate quinzenal
2016 é o ano da estabilidade contrariando os prenúncios da oposição
AUTOR

Catarina Correia

DATA

22.12.2016

FOTOGRAFIA

Jorge Ferreira

2016 é o ano da estabilidade contrariando os prenúncios da oposição

O líder parlamentar do PS criticou hoje, durante o debate quinzenal no Parlamento, os partidos da oposição por terem tentado colar a imagem do atual Governo a instabilidade no país.

 

Carlos César considerou que o Governo do PS com apoio dos partidos de esquerda trouxe a Portugal “um caminho de esperança, embora num tempo não isento de perigos e de imprevisibilidades, num espaço económico europeu repleto de interrogações”. “Um caminho, todavia, que a oposição dizia ser o caminho do regresso à instabilidade”, lembrou.

Ora, o presidente da bancada socialista sublinhou que está à vista de todos “a prova de estabilidade política que tem sido dada através da cooperação parlamentar entre o Partido Socialista, o Bloco de Esquerda, o Partido Comunista e Os Verdes”, que possibilitou a aprovação de “dois Orçamentos de Estado para 2016 e 2017, igualmente validados pela União Europeia”.

Carlos César assinalou o ano “da estabilidade social”: “2016 é o ano com menos greves da década”. “Em síntese, nem instabilidade política, nem instabilidade institucional, nem instabilidade social. Falharam os prenúncios da oposição, ganharam todos os portugueses”, defendeu.

O líder parlamentar do PS lembrou, ainda, que a oposição apregoava “o colapso das finanças públicas, ou o que, dizia, um caminho que nos levaria inevitavelmente a um outro resgate”. Muito pelo contrário, “Portugal, pelas mãos do governo do PS, sairá do Procedimento de Défice Excessivo”, garantiu.

“Lembro-me bem de outras frases inaugurais da oposição. Uma delas, faz precisamente amanhã um ano, era a de que o Governo começava mal, aumentando o salário mínimo nacional que provocaria a explosão do desemprego”, recordou Carlos César, acrescentando: “Afinal, aumentámos e continuaremos a aumentar o salário mínimo, pondo termo a um dos maiores fatores de injustiça e de pobreza no nosso país”.

O presidente da bancada do PS afirmou que “da oposição ouvimos que a economia está pior; da realidade concluímos que a economia está melhor”.

“Um bom ano para o Governo, que é como quem diz, um bom ano para Portugal”, finalizou.

AUTOR

Catarina Correia

DATA

22.12.2016

Capa Edição Papel
 
EDIÇÃO Nº1413
Maio 2019