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22 Jul 2019

| diretora: Edite Estrela

EDIÇÃO DIGITAL DIÁRIA DO ÓRGÃO OFICIAL INFORMATIVO DO PARTIDO SOCIALISTA

Odemira
A direita não tem nada de novo a dizer aos portugueses
AUTOR

Mary Rodrigues

DATA

18.09.2015

FOTOGRAFIA

Paulo Henriques

A direita não tem nada de novo a dizer aos portugueses

A coligação PSD/CDS, “esgotada” e “enredada” nas mentiras eleitorais e nos fracassos governativos, não merece a confiança dos portugueses, que a castigará nas urnas a 4 de outubro.

 

Num comício em Odemira, distrito de Beja, Alentejo, o Secretário-geral do PS fez questão de evidenciar que, finalizados os debates entre os líderes partidários, fica ainda mais claro que “a coligação de direita está esgotada”.

“Nada de novo tem a dizer ao país, não tem nem um programa, nem um projeto, nem uma proposta. Está enredada ainda a tentar explicar como é que não cumpriu no Governo as promessas que fez na última campanha eleitoral e sem, a seguir, explicar como é que fracassou nos dois principais objetivos a que se tinha proposto: pôr o país a crescer e diminuir a dívida do país”, referiu o líder do PS, sublinhando que PSD e CDS “mentiram, falharam nos objetivos e é por isso que não merecem a confiança dos portugueses”.

A coligação PSD/CDS não só não explica as razões do incumprimento e do falhanço nas metas para Portugal como “esconde agora os seus verdadeiros objetivos para a próxima legislatura, que são muito claros e muito simples”, denunciou o líder socialista, sublinhando que o primeiro objetivo que a direita coligada quer esconder é “a continuação da política de austeridade, agora com um novo corte de pensões de mais 600 milhões de euros”.

O segundo objetivo oculto, “depois de ter privatizado empresas públicas a torto e a direito, e como podia e até como não podia, é atacar os serviços públicos, a escola pública, desmembrar o Serviço Nacional de Saúde e, sobretudo, pôr em causa a Segurança Social dos portugueses, privatizando uma parte importante das suas receitas”, pontualizou António Costa.

 

 

Após o comício de Odemira, o Secretário-geral seguiu em direção ao Algarve, onde teve uma calorosa receção.

Durante uma ação de pré-campanha no centro de Loulé, o líder socialista foi recebido ao som de “Tia Anica de Loulé”, interpretada pelo Rancho Folclórico Infantil e Juvenil local, música que no final da ação de rua o inspirou para dar uns passos de dança, juntamente com os bailarinos do rancho.

Aos jornalistas, António Costa disse ainda que tem recebido "bastante apoio" em todo o país, o que considera um "excelente sinal" do que pode acontecer no dia das eleições legislativas.

Afirmou ainda que mais importante do que os debates é que "depois das urnas abertas e dos votos contados" o PS tenha mais votos e ganhe as eleições.

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EDIÇÃO Nº1413
Maio 2019